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A Camille Fournier escreveu um texto muito bom sobre uso de IA em equipes. Ela é autora de The Manager’s Path, um dos livros que mais recomendo para quem lidera times de tecnologia. O ponto central do artigo é diferente da maioria das discussões sobre IA. Não é sobre segurança nem compliance. É sobre respeito com seus colegas de trabalho. A ideia é simples: IA pode aumentar muito a produtividade individual. Mas isso não pode acontecer às custas da produtividade do restante do time. Alguns exemplos que ela cita:
O insight que mais gostei foi este: Muitas vezes estamos “roubando produtividade” dos colegas. Economizamos 30 minutos gerando um documento com IA e fazemos outra pessoa gastar 1 hora tentando entender, revisar e validar aquele material. O ganho foi individual. Para o time, houve perda de produtividade. Achei uma forma muito boa de enquadrar a discussão. Não basta perguntar: “Como eu posso produzir mais com IA?” Talvez a pergunta correta seja: “Como usar IA para aumentar a produtividade do time inteiro?” Para quem quiser ler os originais:
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Ex-VP Engineering @ Creditas ($4.8B). 20+ years building and scaling tech teams. Today, I help CTOs make better decisions.
:Una práctica sencilla que he estado recomendando para ayudar a aclarar roles y responsabilidades es el ejercicio Es / No es / Hace / No hace. Funciona así: elige un rol, un área o incluso un equipo y responde cuatro preguntas: Es: ¿cuál es la misión de este rol? ¿De qué es responsable? No es: ¿qué queda fuera de su alcance? ¿Con qué otros roles no debe confundirse? Hace: ¿qué actividades y decisiones concretas forman parte de sus responsabilidades? No hace: ¿qué actividades no debería...
Uma prática simples que tenho recomendado para ajudar a esclarecer papéis e responsabilidades é o exercício É / Não é / Faz / Não faz. Funciona assim: escolha um papel, uma área ou até um time e responda a quatro perguntas: É: qual é a missão desse papel? Pelo que ele é responsável? Não é: o que está fora do seu escopo? Com quais outros papéis ele não deve ser confundido? Faz: quais atividades e decisões concretas fazem parte da sua atuação? Não faz: quais atividades não deveria executar,...
Una práctica de gestión que he estado recomendando con frecuencia en mis mentorías es el skip level. La idea es simple: conversar directamente con las personas que reportan a quienes lideras. Por ejemplo, si eres CTO y tienes cuatro Engineering Managers, organizas reuniones periódicas con los desarrolladores y tech leads de esos equipos, sin la presencia de los managers. ¿Pero por qué? Porque, a medida que una organización crece, la información pasa por varias capas antes de llegar a la...