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Uma prática simples que tenho recomendado para ajudar a esclarecer papéis e responsabilidades é o exercício É / Não é / Faz / Não faz. Funciona assim: escolha um papel, uma área ou até um time e responda a quatro perguntas:
Parece simples, mas o exercício costuma revelar diferenças enormes de expectativa. Imagine, por exemplo, que você está definindo o papel de Staff Engineer na sua organização. É: Uma referência técnica que ajuda múltiplos times a tomar boas decisões de arquitetura, resolver problemas complexos e evoluir a qualidade da engenharia. Não é: Um Engineering Manager sem liderados. Nem o desenvolvedor mais sênior que recebe todas as tarefas difíceis. Faz:
Não faz:
O interessante é que não existe necessariamente uma resposta universal. Uma empresa pode esperar que seu Staff Engineer escreva código regularmente. Outra pode esperar que ele dedique a maior parte do tempo a problemas transversais. O importante é que essas expectativas estejam explícitas. Quando usar esse exercício? Quando dois papéis têm responsabilidades sobrepostas. Quando você cria uma posição nova. Quando uma liderança está assumindo responsabilidades que deveriam estar com o time. Quando uma reorganização gera dúvidas sobre quem decide o quê. Ou simplesmente quando percebe que duas pessoas têm interpretações diferentes sobre a mesma função. Uma sugestão: peça que várias pessoas preencham os quatro quadrantes sobre o mesmo papel, individualmente. Por exemplo, se você quer definir o papel de um CTO, peça que o próprio CTO, seus liderados e os pares preencham o É / Não é / Faz / Não faz do CTO. Depois, compare as respostas. O objetivo não é cada pessoa descrever seu próprio papel, mas descobrir o que pessoas diferentes esperam de um mesmo papel. As divergências costumam ser a parte mais valiosa da conversa. Discutam essas diferenças até chegar a uma definição compartilhada. Porque muitas vezes o problema não é que alguém esteja desempenhando mal seu papel: é que ninguém concordou sobre qual deveria ser esse papel. |
Ex-VP Engineering @ Creditas ($4.8B). 20+ years building and scaling tech teams. Today, I help CTOs make better decisions.
Una práctica de gestión que he estado recomendando con frecuencia en mis mentorías es el skip level. La idea es simple: conversar directamente con las personas que reportan a quienes lideras. Por ejemplo, si eres CTO y tienes cuatro Engineering Managers, organizas reuniones periódicas con los desarrolladores y tech leads de esos equipos, sin la presencia de los managers. ¿Pero por qué? Porque, a medida que una organización crece, la información pasa por varias capas antes de llegar a la...
Uma prática de gestão que tenho recomendado com frequência nas minhas mentorias é o skip level. A ideia é simples: conversar diretamente com as pessoas que se reportam aos seus liderados. Por exemplo, se você é CTO e tem quatro Engineering Managers, fazer reuniões periódicas com os desenvolvedores e tech leads desses times, sem a presença dos managers. Mas por quê? Porque, conforme uma organização cresce, a informação passa por várias camadas até chegar à liderança. E nesse caminho muita...
Una frase de Max Kanat-Alexander en un podcast que escuché recientemente se me quedó grabada: La IA es un amplificador. Amplifica todo lo bueno que existe en tu proceso de desarrollo. Y también todo lo malo. Si tu equipo tiene buenos tests, CI/CD confiable, código bien estructurado y procesos eficientes, los agentes pueden trabajar mucho más rápido dentro de ese sistema. Pero imagina lo contrario: Los tests son flaky. El pipeline tarda 40 minutos y falla con frecuencia. El código es difícil...